Sob vaias, Sport empata com o Central por 0 a 0 e fica com terceira colocação

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Eduardo Baptista tentou “valorizar” o duelo com o Central. Falou sobre a importância de fazer bons jogos para recuperar a autoestima do time e começar bem a Série A, no próximo fim de semana. Mas não adiantou muito. Quem foi à Ilha do Retiro neste sábado para assistir ao jogo da volta da disputa de 3º lugar, contra o Central, viu o Leão numa postura passiva, condizente com o placar do jogo: 0 a 0. Isso quem foi para assistir ao confronto. Porque a maioria dos presentes estava na Ilha para protestar.

Antes de a bola rolar na Ilha do Retiro, houve um minuto de silêncio para lembrar um ano da morte do torcedor rubro-negro Paulo Ricardo Gomes da Silva, atingido por uma privada ao deixar o Arruda em 2 de maio de 2014. O apito do árbitro deu início ao jogo e aos protestos da pequena torcida que compareceu à Ilha do Retiro. Foram vaias e xingamentos quase que ininterruptas.Os principais alvos dos protestos eram o lateral direito Vitor, o meia Danilo e até o técnico Eduardo Baptista.

A marcação da torcida foi implacável durante todo o primeiro tempo. Nenhum erro foi perdoado. Como o chute “torto” de Joelinton, aos 17 minutos, após receber um bom passe de Régis. A bola saiu pela lateral do campo.Como o atacante não era o foco dos protestos, ainda escutou alguns aplausos ao finalizar bem, aos 36 minutos, na melhor chance do Sport no primeiro tempo. Além dessa, o Leão teve outra boa oportunidade na etapa inicial, num lance individual do meia Régis, aos 42 minutos. Ele avançou pela esquerda, entrou na área e chutou cruzado. Beto defendeu com o pé.

“Eu acho que está todo mundo chateado, mas a gente tem que dar a volta por cima. Nós temos que pensar em reverter isso (as vaias da torcida). Acho que se a gente ganhar aqui e depois na Copa do Brasil, a torcida vai voltar a nos apoiar”, afirmou Mike, atacante do Sport, antes de descer para o vestiário.

2º tempo

Bastou Danilo errar um passe, aos 3 minutos do segundo tempo, para a torcida mostrar que não estava disposta a dar uma trégua nos protestos. Para inflamar ainda mais a torcida, o Sport manteve o ritmo lento e o Central começou a criar boas chances. A melhor delas num chute de Candinho, aos 11 minutos, defendido em dois tempos por Magrão.

Eduardo Baptista resolveu, então, mexer no time. Aos 13 minutos, tirou do time Régis e Rithely, colocou Élber e Wendell. Esperava, talvez, acelerar mais a saída de bola do time. Aos 18, o time conseguiu chegar efetivamente ao ataque, com Joelinton. Ele recebeu na direita, avançou e chutou forte. O goleiro Beto defendeu. Mike tentou aproveitar o rebote, mas a defesa afastou.

Aos 20, foi a vez de Samuel entrar o lugar de Mike. E Sport, de fato, acelerou. Passou a ditar o ritmo da partida. Fez o Central recuar. Gol que é bom… Até o fim do jogo, o Leão teve duas boas chances. A primeira aos 31, com Joelinton, que furou mais uma vez e fez a torcida, que havia diminuído a intensidade dos protestos, acordar. Aos 36, foi a vez de Samuel mandar um belo chute de fora da área. O goleiro Beto ainda tocou na bola, que explodiu no travessão. (SE/Sport).

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