Voluntário da CoronaVac morreu por intoxicação, diz laudo do IML

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O Instituto Médico Legal (IML) divulgou, na tarde desta quinta-feira (12), laudo sobre a morte do voluntário que participava dos estudos da vacina Coronavac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, no Brasil. De acordo com o IML, o homem de 32 anos veio a óbito no dia 29 de outubro em decorrência de uma intoxicação.

Essa morte fez com que a Agência de Vigilância Sanitária suspendesse os ensaios da imunização, a fim de investigar possível “evento adverso grave”, nesta semana. Após a paralisação dos estudos, a polícia divulgou o boletim de ocorrência sobre o falecimento do voluntário, onde consta a causa do óbito como suicídio.

Ainda de acordo com o laudo de exames toxicológicos do IML, finalizado no últmo dia 10, a morte do voluntário se deu por “intoxicação aguda por agentes químicos”: álcool e uma “grande quantidade” de sedativos e um analgésico utilizado em procedimentos cirúrgicos. A médica legista que assina o documento descreve tal medicamento como “100 vezes mais pontente do que a morfina

Nesta quinta-feira (12), o estudo da Coronavac no Instituto Butantan foi retomado, após 38h de paralisação, depois que Anvisa autorizou o retorno dos testes, nessa quarta-feira (11). “Após avaliar os novos dados apresentados pelo patrocinador depois da suspensão do estudo, a Anvisa entende que tem subsídios suficientes para permitir a retomada”, informou a agência por meio de nota. (diáriodepernambuco)

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