Semana pela Doação de Medula Óssea mobiliza Pernambuco

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A força da solidariedade e o engajamento em favor da vida deverão marcar a  Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea. Com objetivo de ampliar o número de voluntários no Estado, o governador Paulo Câmara convocou sociedade para reforçar a causa e realizou o seu cadastro no banco nacional.

“Em momento como esse de tantos desafios, nós precisamos muito da solidariedade das pessoas. Que essa semana seja toda em favor da vida do próximo, e que Pernambuco se entregue a essa causa. Uma causa de amor”, conclamou Paulo Câmara.

Hoje, o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME) soma mais de 3,8 milhões de cadastrados. Desse total, 102 mil fazem parte do levantamento estadual. Com o início da campanha, a expectativa é obter mais 500 novos cadastros, apenas no primeiro dia de mobilização. Em Pernambuco, 35 pessoas aguardam por um transplante de medula óssea. No País, a espera alcança 1.288.

“A gente quer, em breve, multiplicar o nosso cadastro por dez. Para que, mais na frente, as pessoas que precisam de um transplante de medula possam contar com mais ajuda dos pernambucanos. Quanto mais as pessoas souberem da simplicidade desse procedimento, maior será o nosso banco de voluntários”, assegurou o chefe do Executivo estadual.

A chance de encontrar uma medula compatível entre irmãos é de 25%. Já entre pessoas que não são parentes de sangue pode ser de 1 em 100 mil. Aumentar o número de pessoas no Redome é essencial para viabilizar transplantes.

Lembrada pela primeira vez em 2009, a Semana Nacional de Incentivo à Doação de Medula Óssea foi instituída pela Lei nº 11.930/2009, de autoria do então deputado federal Beto Albuquerque. A Lei, conhecida como Lei Pietro, é uma homenagem ao filho do ex-parlamentar, que faleceu vítima de leucemia mieloide aguda (LMA) naquele ano, após 13 meses de luta contra a doença.

Albuquerque explicou que Pernambuco foi escolhido para abrir a campanha devido ao papel de liderança que o Estado exerce no Nordeste. “Aqui, nós temos um exemplo muito importante para um País que precisa mobilizar milhões de brasileiros. O número de doadores no Norte e Nordeste precisa crescer dentro do cadastro nacional e, com o envolvimento dos governos, tudo pode melhorar. Quanto mais doadores cadastrados nós tivermos, mais condições vamos ter de salvar as vidas de quem depende de um transplante”, frisou Beto.

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