Petrolinense toma vacina contra a covid-19 nos EUA e afirma: “Não tive nenhum efeito colateral”

Uma petrolinense que mora nos Estados Unidos está entre as pessoas que foram vacinadas na primeira fase da imunização contra o coronavírus, que começou no último dia 14, após aprovação emergencial da vacina desenvolvida pela Pfizer, em parceria com a empresa alemã BioNTech.

Celina Cavalcanti, que mora nos EUA há 13 anos e trabalha no UMass Memorial Medical Center (Hospital Universitário de Massachusetts), como medical interpreter (intérprete médico da língua portuguesa), foi uma das primeiras a receber a vacina, pois tem contato direto com funcionários que atuam na linha de frente na pandemia do coronavírus.

A petrolinense revelou que  quando foi comunicada que seria imunizada, teve uma mistura de sensações. “Quando recebi a mensagem foi um misto de ansiedade e nervosismo, mas ao mesmo tempo com muita esperança de que dias melhoras estão vindo. Digo isso porque, obviamente, é algo que todos querem muito, ninguém aguenta mais o novo normal, mas, ao mesmo tempo dá um pouco de medo. Conversei com alguns médicos e a recomendação de todos foi ‘tome porque os riscos hoje são menores’”, diz a petrolinense.

Celina afirmou que não sentiu efeitos colaterais após a vacinação, e ressaltou a importância do avanço da medicina. “Não tive nenhum efeito colateral. Nenhum mal estar, nada. Sou super alérgica e estava com medo de ter alguma reação, mas graças a Deus foi bem tranquilo. Não fez nem cosquinhas. A medicina está nos mostrando que é melhor ser vacinada”, comemorou.

(Fonte: Portal ZAP/foto: reprodução/redes sociais

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