Petrolina (PE): Comunidade da Vila Marcela aguarda fornecimento de energia elétrica da CELPE para iniciar aulas em CMEI

Um espaço acolhedor, de alto padrão e pronto para receber os pequenos estudantes de 6 meses a 5 anos, do Bairro Vila Marcela. Assim está o Centro de Educação Infantil (CMEI) Rita Luiza da Silva, já entregue a comunidade escolar pela Prefeitura de Petrolina, mas que infelizmente ainda não abriu as portas para receber os 206 alunos e pais que tanto anseiam pela Unidade Educacional, diante da falta de energia elétrica da Instituição de Ensino, que ainda não está sendo fornecida pela Neoernergia Pernambuco (Celpe).

O secretário de Educação, Cultura e Esportes, Plínio Amorim, relata que uma equipe técnica da Seduce elaborou e apresentou em fevereiro de 2021 a Celpe, todos os projetos da subestação para ligação da energia da creche, tendo conseguido todas as aprovações e inspeções necessárias em agosto do mesmo ano pela Concessionária. “Estamos aguardando apenas a ligação da energia na rede da Celpe, mas eles alegam que o loteamento onde a creche foi construída está irregular, porém realizou todas as ligações das residências e prédios ao redor da unidade escolar, menos no CMEI”, explicou Plínio.

Se solidarizando com os pais e responsáveis pelos estudantes e preocupado com a situação das famílias, o secretário Plinio Amorim, e equipe da Seduce estiveram reunidos nesta sexta-feira (21), com as famílias dos alunos, para reforçar mais uma vez o pedido a Celpe para a ligação da energia do CMEI.

“Vim para ouvir os anseios, explicar a situação e me solidarizar com a comunidade que precisa muito usufruir desta unidade educacional. Não é fácil construir e manter uma creche nesse padrão que, lamentavelmente, não está em seu pleno funcionamento para acolher, orientar e educar as nossas crianças, por não termos energia. O prefeito Miguel Coelho fez todo o esforço necessário para oferecer essa instituição qualificada, mas por uma questão de ligação energética do poste para a unidade, ainda não conseguimos colocá-la para funcionar, mesmo tendo realizados todos os protocolos exigidos pela Celpe”, finalizou Plínio.

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