Petrolina (PE): Nível de infestação do mosquito Aedes Aegypti na cidade é de 2,3%

Para orientar e alertar a população sobre o aumento do número de casos de dengue em Petrolina, diversas equipes da prefeitura estão realizando semanalmente a ação educativa de sáude, ‘Sexta sem Aedes’. Recentemente, o nível de infestação do mosquito Aedes Aegypti na cidade foi de 2,3%. Diante desse número apontado pelo Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2022, realizado pela Secretaria de Saúde de Petrolina, foi possível identificar também os bairros onde há maior número de casos de pessoas infectadas e executar ações voltadas ao combate dos focos do mosquito.

Essa é uma atividade de educação em saúde que consiste em visitas realizadas pelos Agentes de Combate às Endemias (ACE) que além de orientar os moradores do diversos bairros do município, sobre os cuidados necessários para evitar possíveis focos de postura de larvas dos mosquitos Aedes Aegypti, também apontam os principais sintomas em caso de contaminação das doenças transmitidas pelo inseto e como proceder para que haja atendimento junto às Unidades Básicas de Saúde. Além disso, os agentes também realizam ações como vistoria de reservatórios, aplicam o larvicida apropriado e uma tela de proteção em algumas caixas d’água que oferecem maior risco para entrada do mosquito.

As visitas dos ACE’s acontecem ao longo do ano, mas toda sexta-feira as equipes têm se dedicado a intensificar essa ação do ‘Sexta sem Aedes’ para atender, principalmente, os bairros onde foram identificados maiores índices de pessoas infectadas com dengue. Na sexta-feira (11), as equipes estiveram no bairro Jardim Petrópolis onde cerca de 700 residências foram vistoriadas.

“No primeiro LIRAa desse ano já identificamos que o município apresenta médio risco para um surto de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti, e temos cada vez mais intensificado as ações preventivas. No entanto, pedimos a colaboração de cada morador para que atenda às orientações e assim contribuir não somente para proteger seus familiares, mas os vizinhos e a população como um todo. Essa é uma responsabilidade de todos nós!”, alertou o diretor de Vigilância Epidemiológica, Acácio Andrade.

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