Levantamento aponta baixo risco de infestação do Aedes aegypti em Petrolina

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A Prefeitura de Petrolina divulgou o resultado do último Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) em 2019 no município. Foram vistoriados estabelecimentos residenciais e comerciais em diversos bairros da cidade e o índice geral ficou em 0,7%, ou seja, em situação de baixo risco de acordo com Ministério da Saúde, deixando Petrolina em uma situação considerada satisfatória.

Os bairros com maior infestação foram Dom Avelar, Loteamento Dom Avelar, São Jorge, São Joaquim e Terras do Sul, com índice de 2,5%. Em segundo lugar, com 1,8%, aparecem os bairros São Gonçalo, Jardim Petrópolis, Cohab VI e Vila Chocolate.

No primeiro levantamento, feito no início do ano, o índice de infestação do município foi de 1,4%. Esse número aumentou no terceiro levantamento, realizado antes do fim do primeiro semestre, chegando a 2,1%, colocando a cidade em situação de médio risco para surto.

A prefeitura informa que até o presente momento , a Secretaria da Saúde notificou 2.623 casos de dengue, sendo 1.144 destes confirmados. Além disso, foram 227 notificações e 7 confirmações de zika. Enquanto de chikungunya foram 298 casos notificados e 161 confirmados.

Vistorias

Diariamente, os agentes de combate às endemias realizam visitas nas comunidades de Petrolina à procura de possíveis focos do mosquito Aedes, realizando tratamento focal e borrifação quando necessário, além de trabalhos educativos em escolas e comunidade. O LIRAa é feito a cada dois meses, através da coleta de amostras e vistorias realizadas em estabelecimentos residenciais e comerciais, em diversos bairros da cidade.

Alerta

Embora o cenário apresentado pelo último LIRAa do ano seja satisfatório, a secretária executiva de vigilância em saúde faz um alerta. “O indicador faz com que as pessoas relaxem no cuidado, mas este é o momento de estar em alerta porque esse período do ano é mais crítico para a proliferação do Aedes, devido às altas temperaturas. Essa é uma luta de todos, assim, além da visita dos agentes nos domicílios, é importante que a comunidade esteja atenta aos seus quintais e jardins para não deixar reservatórios com água que podem ser potenciais criadouros para o mosquito”, sinaliza Marlene.

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