Jovem que planejou ataque em escolas de Petrolina e Juazeiro agrediu colega de classe; polícia apreende computadores e armas na casa do suspeito

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A polícia civil de Juazeiro divulgou detalhes sobre conversas veiculadas no grupo de Whatsapp denominado “EL DIABLO”, de que estava sendo planejado um possível ataque ao Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, no bairro João XX III, em Juazeiro e também ao Colégio Humberto Alves, em Petrolina.

Professores foram até a delegacia e solicitaram intervenção policial, sendo localizado o autor das mensagens de incitação a crimes, um ex-aluno do Colégio Modelo, que na noite anterior às mensagens espalhadas nas redes sociais teria agredido fisicamente um colega, aluno da mesma escola, um adolescente de 15 anos de idade, que procurou o suspeito para tirar satisfação sobre as mensagens que viu na internet, querendo que o pai do acusado tomasse conhecimento do que o filho estava fazendo.

O suspeito agarrou o adolescente pelo pescoço e em seguida o pai do mesmo também teria agredido o menor.

Foram providenciadas conversas pela Coordenadoria Regional da Polícia Civil com os alunos do Colégio Modelo, no intuito de tranquilizar a situação, pois muitos teriam faltado à aula e os pais não teriam deixado os filhos ir à escola, já que a promessa do jovem era invadir a escola na segunda-feira. A Polícia Militar garantiu a segurança ostensiva no Colégio, mandando uma viatura no local.

Nas imagens veiculadas no grupo de Whatsapp e expostas pela mídia na internet, o suspeito está vestido com roupas semelhantes aos criminosos que atacaram a escola de Suzano (SP) no último dia 13 de março. Nas fotos ele usa máscara semelhante a dos criminosos.

Após coleta de dados, a polícia foi até a casa do jovem e apreendeu armas, munições e objetos de informática na residência dele. Foram encontrados computadores, jogos, aparelhos celulares e uma máscara preta, sendo todos os objetos apreendidos para análise e perícia.

A polícia civil solicitou ainda à Guarda Municipal de Juazeiro a apresentação de Joilson Soares da Silva, Guarda Civl e pai do garoto. Os dois foram ouvidos, assim como a vítima de agressão física, que apresentava marcas visíveis de lesão no pescoço, a qual foi submetida a exame de lesões corporais.

Policiais realizaram no Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães visita às salas de aula e conversas com os alunos.

Outros jovens que participaram da conversa do suposto ataque veiculado nas redes sociais foram intimados a depor.

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