Governo do Estado repassa R$ 11,8 milhões ao Hospital Oswaldo Cruz no Recife, enquanto o HU em Petrolina continua com a falta de recursos

osvaldo

A Justiça Federal encaminhou nota oficial à imprensa, nesta sexta-feira, informando que o Governo de Pernambuco protocolou uma petição adiantando que repassou ao Hospital Universitário Oswaldo Cruz, no Recife, a quantia de R$ 11,8 milhões somente no mês de julho. A verba foi encaminhada para que fosse restabelecido os serviços suspensos da unidade médica por falta de medicamentos, como a ala de oncologia e a internação na UTI. O documento foi protocolado nessa quinta.

Ao todo, em resposta à ação civil pública n° 0804607-51.2015.4.05.8300, que tramita na 21ª Vara, a gestão estadual disse ter transferido R$ 11.818.481,22. O valor também será usado para aquisição e fornecimento dos antineoplásicos e adjuvantes. A partir disso, a petição será encaminhada para o Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) e o órgão terá cinco dias para se manifestar (contados a partir da data de intimação do Conselho) sobre o cumprimento ou não da liminar.

Relembre o caso

O Cremepe entrou com ação civil pública na sexta-feira (10) solicitando o imediato restabelecimento dos serviços suspensos pela Ordem de Serviço nº 31/2015 do GEHUOC/PE, bem como a aquisição e o fornecimento dos antineoplásicos e outros. O juiz titular da 21ª Vara Federal, Francisco Barros, determinou, na segunda – feira (13/07), ao Estado de Pernambuco, o prazo de 10 dias para o repasse dos recursos necessários ao Hospital Universitário Oswaldo Cruz (HUOC), com o fim de restabelecer os serviços que haviam sido suspensos pela ordem de serviço citada acima assim como o reabastecimento dos medicamentos.

Petrolina

Não podemos negar que Petrolina fica cada vez mais distante de ser uma cidade a receber recursos do governo do estado.

O Cremepe em Petrolina, já exigiu que o governo repasse recursos suficientes para atender a demanda do Hospital Universitário, que continua oferecendo a população um péssimo serviço que envolve a falta de antibióticos e anestésicos, além das cirurgias que não são feitas, muitas há mais de seis meses e os pacientes sofrem pelos corredores dos hospitais sem médicos suficientes para realizar o atendimento.

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