Funcionário da AMA em Petrolina move ação judicial contra a Prefeitura e reclama falta de apoio do SINDSEMP

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O segurança Maurílio da Silva Nogueira, denunciou nesta terça-feira (15) o descaso do presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Município de Petrolina -Sindsemp, que está se negando a apoia-lo numa ação judicial contra a prefeitura da cidade.

Ele contou que solicitou apoio ao sindicato para que o órgão encaminhasse um documento à Secretaria de Administração, Secretaria de Saúde e Controladoria Geral do município, pedindo explicações para um fato que ocorreu  com ele enquanto estava em serviço e solicitou, ainda, um advogado para lhe dar as devidas orientações. No entanto, segundo Maurílio Nogueira, o presidente do sindicato se recusou a atender as suas solicitações.

“Dentro da lei federal, é obrigação do sindicato dar uma assistência para o trabalhador que sofre todo o tipo de assédio”, expôs Maurílio Nogueira, que aguarda uma posição do Sindsemp, em relação a esse fato.

O caso

O segurança está movendo uma ação judicial contra a Prefeitura de Petrolina, em decorrência de uma situação que aconteceu durante o seu horário de trabalho na Assistência Médica Ambulatorial (AMA), localizada no bairro Areia Branca.

De acordo com Maurílio Nogueira, uma enfermeira, que estava atuando numa campanha de vacinação no centro de saúde, pediu que ele fechasse os portões mais cedo, o que gerou revolta dos pacientes que estavam sendo atendidos. Por conta disso, a sub-secretária de saúde Luciana Cabral abriu um inquérito administrativo contra ele.

“As pessoas se sentiram chateadas por que foi fechado antes do horário. Então, Luciana Cabral abriu um inquérito administrativo contra mim dizendo que minha postura não foi desempenhada como de acordo com o perfil do trabalhador, incitando a população e conturbando o ambiente de trabalho e pediu a minha substituição. A atitude que eu tomei foi baseada na decisão da enfermeira que estava à frente da campanha  e me pediu para fechar os portões”, explicou.

Segundo Maurílio Nogueira, a sub-secretária de saúde, pediu o afastamento dele nos serviços prestados a AMA, e desta forma ele perde as gratificações de incentivo profissional.

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