Eleitos os conselheiros representantes dos segmentos artístico-culturais para o CMC

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Secretário de Cultura Donizete Menezes com os conselheiros eleitos

Com a participação da classe artística juazeirense, que atendeu o chamado da Secretaria de Cultura e Juventude, para eleição do Conselho Municipal de Cultura (CMC) de Juazeiro, visando a sua reativação, 150 pessoas (metade do auditório do Centro de Cultura João Gilberto) entre candidatos e eleitores, representantes dos segmentos artístico-culturais, compareceram ao Centro de Cultura na noite de segunda-feira, dia 07, para registrar seu voto e eleger o seu representante para uma vaga no Conselho.

A eleição para representação da sociedade civil no Conselho, através dos segmentos artístico-culturais, como áudio visual e artes visuais; música; manifestações populares; literatura e pensamento; patrimônio e memória, e artes cênicas, ocorreu de maneira tranquila e surpreendeu pela participação. Foi o que observou a Comissão Eleitoral do CMC, que abriu os trabalhos com as inscrições de candidatos às vagas no Conselho e também para os eleitores.

A Comissão que elaborou o processo eleitoral do CMC é composta de cinco membros: dois do poder público, Josenaldo Cícero (Naldinho do Kidé) e Ana Flávia Amaral, e três da sociedade civil, Yoná Pereira; Ademir Santana, e Juciney Martins.

Para Adegivaldo Mota, do Núcleo de Arte-Educação Nego D’Àgua, (NAEND’A) presente à assembleia como eleitor, a reativação/renovação do Conselho Municipal de Cultura, através de novas eleições, foi bem calorosa, com a participação de antigos e novos membros, mostrando a comunhão de gerações. “Para mim foi uma surpresa, não esperava uma participação assim, vários artistas presentes, inclusive da nova geração”, observou.

O editor da CLAE Editora, poeta e escritor, João Gilberto Guimarães, também presente à eleição dos membros não governamentais no CMC, representante do segmento de literatura no Conselho em 2012/2013, disse da importância da reativação do Conselho, acreditando em novas possibilidades de gestão para o melhor da cultura juazeirense. “Não estou como candidato, mas como eleitor, tenho certeza que temos bons nomes para nos representar no Conselho”, acredita.

Municipalidade da Cultura

A assembleia geral contou com a participação do secretário de Cultura e Juventude de Juazeiro, Donizete Menezes, e do presidente do Conselho Estadual de Cultura, Márcio Ângelo Ribeiro, abrindo oficialmente à eleição dos representantes dos segmentos artístico-culturais no Conselho Municipal de Cultura.

Lembrando que no espaço do teatro interno do Centro de Cultura, foi realizada a eleição para delegado que conduziu a conquista da presidência do Conselho Estadual, Márcio Ângelo que falou da felicidade de está participando daquele momento tão importante para a cultura de Juazeiro. “Minha eleição começou aqui, saí daqui como delegado e hoje estou presidente do Conselho Estadual de Cultura”, lembra, destacando a importância de Juazeiro está elegendo a nova composição do CMC.

“Não é possível que a cidade do presidente do CEC não tenha o seu Conselho Municipal. Nós temos que fazer a tarefa de casa. Estou muito feliz em ver esse resultado”. O presidente também destacou que o seu mandato no Conselho Estadual está pautado na municipalidade da cultura. “Nosso mandato está voltado para a municipalidade da cultura. Existia o Conselho, mas não se comunicava com os conselhos municipais, e nós estamos mudando isso”, concluiu.

Abrindo oficialmente à eleição dos membros não governamentais do CMC, o secretário Municipal de Cultura e Juventude, Donizete Menezes, lembrou da importância dos conselhos em governos para a transformação de pensamentos e atitudes e saudou toda a assembleia desejando boas eleições. “Entendemos a importância do Conselho Municipal para que nossos artistas estejam participando, trabalhando conjuntamente com a gestão municipal. Esse é o nosso foco!”, pontuou.

Para o poeta cordelista, Valdir Lemos de Freitas, eleito como membro titular, representando o segmento de Literatura e Pensamento, a parte que lhe cabe como artista e cidadão foi feita, mas a sua luta pela arte continua. “Fiz a minha parte, representar e defender também a cultura de cordel, como sempre fiz e sempre farei. Sou um guerreiro que nunca me canso de lutar”, finalizou.

Representantes eleitos

Áudio visual e artes visuais
Titular: Alda L. Santos Moreira
Suplente: Lúcia Rego

Música
Titular: Marcelo Vidal
Suplente: Péricles Iang Rodrigues

Manifestações Populares
Titular: Daniel Sena
Suplente: Renato Francisco

Literatura e Pensamento
Titular: Valdir Lemos de Freitas
Suplente: João Victor G. Varjão

Patrimônio e Memória
Titular: Zenaide Diogo Rosa
Suplente: Sérgio Mota

Artes Cênicas
Titular: Elder Ferrari
Suplente: Dijma Medrado

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