Cristina Costa detona projeto que remaneja salário dos vereadores de Petrolina

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A vereadora Cristina Costa (PT) usou a tribuna da Casa Plínio Amorim desta terça-feira 1) para criticar o projeto que foi aprovado na última sessão do ano de 2015, que altera o salário dos vereadores de R$ 12 mil para R$ 15 mil reais, e  começa a vigorar em 2017 com os próximos vereadores que serão eleitos e reeleitos.  Para a vereadora, o projeto não foi votado, mas de forma não transparente.

“Indignação é a palavra para o que fazem nesta casa sem o consentimento da mesa diretora em aprovar um projeto na calada da noite. Na última sessão de 2015 entre nove projetos, o que fixa o salário dos vereadores foi colocado na gaveta, mas foi aprovado sem ler emenda, sem distribuir para os vereadores e sem passar pela comissão, isso não é transparência”, disparou Cristina Costa contra o presidente da Câmara Osório Siqueira.

A petista ainda alegou, que o projeto merecia ser aprovado pela população de Petrolina e que houve omissão de Osório Siqueira, segundo ela, em discutir o projeto com o demais vereadores.

“Não quero que a sociedade pense que os dezenove vereadores votaram a favor desse projeto, isso é ilegal e nós vamos denunciar. Não é justo que o presidente de uma casa legislativa, abuse da autoridade tirando o direito dos vereadores com medo da reação da população de Petrolina”, criticou.

Em resposta a vereadora Cristina Costa Osório Siqueira disse que o projeto votado está dentro das normas e que na sessão em que foi votado, havia poucos vereadores, e se deixasse para depois, o projeto seria votado em causa própria dos legisladores.

osorio“Se isso acontecesse depois, os vereadores que forem reeleito iriam aprovar o projeto que fixa o aumento de salário em benefício próprio, nunca ia permitir que esse projeto fosse votado depois da eleições. Inclusive a vereadora Cristina pediu para votar depois da eleição, mas não concordei, seria um erro e uma maneira de enganar o povo e só fixamos 60% do salário para os próximos vereadores eleitos. Com os deputados foi feito a mesma coisa”, justificou Osório.

Para o presidente da Câmara,  a afirmação é a mesma: Houve uma fixação no salário de 60% modificando o valor que era pago antes beneficiando a próxima legislatura da Casa Plínio Amorim.

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