Combate ao racismo institucional é tema de encontro em Petrolina

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O enceramento das atividades do Mês da Consciência Negra em Petrolina evidenciou o interesse da prefeitura em combater o racismo e qualquer tipo de preconceito em suas repartições nos 365 dias do ano. Através de uma oficina promovida pelo projeto ‘Prefeitura sem Preconceito’, o racismo institucional e seus efeitos na gestão municipal foram debatidos, nesta sexta-feira (23), em um encontro coordenado pela Secretaria Executiva de Juventude e Direitos Humanos, com a presença de servidores de diversas secretarias.

O evento, mediado pela advogada Ariana Andrade, provocou diversas reflexões sobre como o racismo é observado dentro do ambiente de trabalho e na sociedade como um todo. De forma construtiva, a roda de conversa possibilitou aos participantes expressar suas opiniões sobre o tema e através do diálogo, os servidores tiveram a oportunidade de conhecerem um pouco das situações de racismo e injúria racial vividas por alguns colegas ao longo de suas vidas.

Para a secretária executiva de Juventude e Direitos Humanos, Bruna Ruana, ações em alusão ao Mês da Consciência Negra em Petrolina não poderiam ser concluídas com outro público. “Precisamos cuidar também do nosso quadro de colaboradores, com o intuito de combater qualquer tipo de preconceito e/ou discriminação nos espaços institucionais, mas também no atendimento à população, além de fortalecer a educação permanente no âmbito da prefeitura”, pontua.

O secretário de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Jorge Assunção, reforçar a importância do respeito no ambiente de trabalho.”Desde o início da gestão o prefeito Miguel Coelho se comprometeu a combate qualquer tipo de preconceito no âmbito  municipal. Convidar os profissionais da prefeitura para essa oficina dentro da programação do Mês da Consciência Negra foi uma forma de reforçar esse compromisso”, pontua.

Prefeitura sem Preconceito – O projeto tem o objetivo de apresentar vivencias, capacitar e discutir com os servidores o adequado acolhimento e atendimento ao público negro e LGBT. Idealizado pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, através da Secretaria Executiva de Juventude e Direitos Humanos, o projeto pretende garantir o direito à diversidade e combater qualquer tipo de discriminação no serviço municipal.

1 Comentário

  1. Eidson

    25 de novembro de 2018 em 13:52

    Muito importante ações de conscientização para coibir o preconceito e a discriminação racial em qualquer ambiente. Eu mesmo me senti ofendido na prova do Enem quando fui obrigado a tirar meu colares sagrados do pescoço (que são feitos com miçangas de plástico), sob o frajuto discurso de que poderia dar problemas com os detectores de METAL, enquanto percebi pessoas na mesma sala com escapulários e pulseiras de aço fazendo a prova tranquilamente.

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