Ceppsi da Univasf cria canal no Youtube com orientações sobre convivência familiar durante a quarentena

Durante o período de quarentena, quando famílias estão passando por mudanças de rotina e, até, problemas financeiros, como promover o bem-estar de todos em casa? Através de um canal no Youtube, o Centro de Pesquisas e Práticas em Psicologia (Ceppsi), da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), visa auxiliar neste cenário, com uma série de vídeos intitulada “Família em Tempos de Isolamento”. O canal aborda temas como criatividade durante a rotina, cuidado com idosos, importância da privacidade e diálogo com adolescentes e resolução de conflitos, além de estar construindo a série “Papo de brincar”, sobre novas formas de se relacionar com as crianças em casa.

Para se inscrever no canal e acessar todos os vídeos, basta ir ao Youtube e pesquisar pelo “CEPPSI UNIVASF”. Os vídeos da série “Família em Tempos de Isolamento” são elaborados por um grupo de estagiários, que atende pais e familiares no CEPPSI, enquanto o “Papo de Brincar” será realizado pela equipe do “Brinquedoteca”, projeto de extensão vinculado ao Centro. Todos os conteúdos são produzidos sob orientação de professores psicólogos do Colegiado em Psicologia da Univasf e as temáticas abordadas são escolhidas a partir de demandas que surgem no serviço do Ceppsi e de acordo com a especialidade dos grupos de extensão e estágio envolvidos, além de serem pensados em conformidade com a realidade atual.

A iniciativa tem o objetivo de ser uma ação de cuidado à comunidade e, embora surja no período de isolamento social, busca ser um portal contínuo para transmissão de atividades de aprendizagem, promoção à saúde e orientação à população. A professora do curso de Psicologia e coordenadora do Ceppsi, Silvia Morais, afirma que acompanhar o canal é uma oportunidade de acessar conteúdo de qualidade feito sob a supervisão de profissionais especializados e preocupados com o público. “Além disso, é uma forma de democratizar o acesso à psicologia e estabelecer um novo meio de diálogo”, diz.

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