Casos de dengue, zika e chikungunya tem reduzido em mais de 1000% em Petrolina

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O combate ao mosquito Aedes Aegypti vem apresentando bons resultados em Petrolina. Segundo a Secretaria de Saúde, nesse primeiro semestre houve uma redução de mais de 1.000% no número de casos das doenças transmitidas pelo mosquito, ou seja, dengue, zika e chikungunya, comparado com o mesmo período do ano passado. O número também reduziu no estado de Pernambuco.

No primeiro semestre, o município registrou 101 casos de dengue, enquanto que no mesmo período do ano passado foram 1.140 notificações. Com relação a chikungunya foram 38 registros este ano contra 342 no ano anterior. Já a zika foram oito casos contra 126.

Para a secretária executiva de vigilância em saúde, Marlene Leandro, os números representam o resultado das ações que vêm sendo desenvolvidas no município que desde o começo do ano deu início ao programa “Sexta sem Aedes”. Além disso, ela ressalta a importância da população no combate ao mosquito.

“Em menos de 10 minutos é possível fazer uma varredura em casa e acabar com os recipientes com água parada, ambiente propício para a reprodução do Aedes aegypti. Precisamos da ajuda de cada cidadão, cada um é responsável por combater o mosquito na sua casa e ainda alertar o vizinho”, destacou.

Entre as recomendações estão: manter fechadas caixas d’água, tonéis e tanques. As garrafas e recipientes devem ser armazenados de cabeça para baixo e os pneus mantidos sempre cobertos. É importante também verificar os vasos de plantas, lavar corretamente e colocar areia nestes locais. O lixo doméstico também merece uma atenção especial: deve ser colocado em sacos plásticos e as lixeiras devem ficar sempre bem fechadas. Não jogue lixo na rua ou em terrenos baldios.

Campanha “Sexta sem Aedes”

Com o objetivo é reforçar a conscientização da população quanto à gravidade e à responsabilidade do cidadão no combate ao mosquito. Todas as sextas-feiras, os agentes de endemias realizam a campanha “Sexta sem Aedes”.

A ação, que começou no mês de janeiro, utiliza dados do Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) dando prioridade as localidades com os índices mais elevados.

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