Atrativos turísticos da Chapada Diamantina não foram afetados pelos incêndios

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Apesar dos incêndios que, infelizmente, atingiram a Chapada Diamantina nos últimos meses, os principais atrativos turísticos e roteiros continuam abertos à visitação e com operação regular pelas agências de turismo e Associações de Condutores de Visitantes locais (ACV’s). Rogério Câmara, sócio da agência Nas Alturas cita que, partindo de Lençóis, apenas o trekking das Águas Claras está sendo evitado no momento. Os demais roteiros são realizados normalmente em todos os municípios que circundam o Parque Nacional. “É importante salientar que a Chapada Diamantina é gigante e que os roteiros turísticos não foram atingidos. Estamos operando normalmente”, comenta.

Dentre os roteiros feitos atualmente pelas agências e ACV’s locais, inclui-se o Vale do Pati, considerado um dos melhores trekkings do mundo; o trekking da Fumaça por baixo, que pode ser feito em dois ou três dias; e ainda as pouco conhecidas cachoeiras Roncadeira, Encantada, Herculano e Invernada, no município de Itaetê, na parte Sul da Chapada.

Atravessando 24 municípios baianos e com um Parque Nacional (área de conservação protegida por decreto federal) que ocupa cerca de 152 mil hectares, a Chapada Diamantina possui mais de 300 cachoeiras catalogadas e cerca de 150 grutas e cavernas. Uma área equivalente a Holanda. Grandiosidade esta que contribuiu para a preservação da maioria dos atrativos naturais e, consequentemente, dos roteiros turísticos. Luana Hars, guia credenciada da Associação de Condutores de Visitantes do Vale do Capão (ACV-VC), afirma que todos os passeios ao redor do Vale do Capão estão com as vias de acesso abertas e com as saídas regulares. As cachoeiras do Buracão, Fumacinha por cima e por baixo, Licuri e Véu de Noiva, em Ibicoara, por exemplo, também continuam sendo visitadas normalmente, cita Daniela Reis, guia credenciada da Associação de Condutores de Visitantes de Ibicoara (ACVIB).

Incêndios

Os incêndios que atingem o Parque Nacional da Chapada Diamantina, na Bahia, foram considerados os mais graves desde 2008, quando quase metade da área foi atingida.

Ao todo, quatro focos foram registrados no dia 17 de novembro. Quatro aviões e seis helicópteros ajudaram no combate ao fogo. Dezenas de brigadistas de órgãos federais, governo do Estado e municipais, além dos voluntários, também atuaram.(guiachapadadiamantina).

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