Aprovação da Previdência na comissão especial é primeiro grande passo da agenda de reformas, diz Fernando Bezerra

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O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), afirmou que o primeiro grande passo da agenda de reformas será dado nesta semana com a aprovação do relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) na comissão especial da Câmara que analisa a Reforma da Previdência. Durante discurso na tribuna, Fernando Bezerra fez um balanço dos primeiros seis meses do governo do presidente Jair Bolsonaro. Segundo o líder, foram 180 dias de “muito trabalho e muito compromisso para retirar o Brasil de uma das mais severas crises econômicas”.

“O grande passo será dado esta semana. Estamos animados para que a gente possa aprovar o texto-base do relator Samuel Moreira e já a partir da semana seguinte votar no plenário da Câmara dos Deputados. A Reforma da Previdência é o primeiro grande passo da agenda de reformas do governo Bolsonaro”, disse.

No balanço dos seis meses de governo, Fernando Bezerra citou a política de leilões que resultou na concessão de 1,5 mil quilômetros da Ferrovia Norte-Sul, além de quatro áreas e seis terminais portuários. “O leilão de aeroportos viabilizou para pagamento à vista pelas concessões R$ 2,3 bilhões, mostrando que o governo tem uma carteira de projetos e que, nos próximos meses, outras concessões serão viabilizadas para que a gente possa melhorar a infraestrutura do nosso país e animar a economia brasileira”, acrescentou.

O líder do governo também destacou o cumprimento da promessa de campanha de pagamento do 13º salário do Bolsa Família em 2019 e as medidas de estímulo à agricultura familiar, como a ampliação da Declaração de Aptidão (DAP) e o aumento dos recursos para o crédito rural.

Ele lembrou ainda a aprovação pelo Congresso Nacional das medidas provisórias de combate às fraudes no INSS e da reforma administrativa e o envio do pacote anticrime. “Nos primeiros quatro meses da atual gestão do governo federal já existe uma expressiva redução dos indicadores de homicídio da ordem de 25%. É evidente que isso não é um trabalho isolado do governo federal; ele conta com o apoio dos governos estaduais, que têm também implementado políticas voltadas para a redução dos indicadores de homicídio.”

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