Após Brasil perder certificado de país livre do sarampo, Prefeitura de Petrolina alerta sobre imunização contra a doença

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O Brasil perderá o certificado de erradicação do sarampo após a confirmação de mais um caso endêmico, ou seja, dentro do território brasileiro em 23 de fevereiro no Pará. As informações foram divulgadas pelo Ministério da Saúde na última terça-feira (19). Por isso, a prefeitura de Petrolina destaca a importância da imunização de crianças e adultos no sentido de atualizar sua situação vacinal e ficarem protegidos. A falta de vacinação, principalmente em crianças, é um fator determinante para a reintrodução do vírus do sarampo no Brasil.

A vacina é disponibilizada pelo Ministério da Saúde a todos os municípios por meio das Regionais de Saúde. Em Petrolina, a vacina é dispensada pela VIII Geres e está disponível em todas as unidades de saúde do município. A indicação é utilizar a vacina tríplice viral, que evita, além do sarampo, a rubéola e a caxumba. A vacina tríplice viral deve ser aplicada em crianças com 12 meses, além do reforço aos 15 meses com a tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela).

Jovens e adultos até 29 anos, não vacinados anteriormente ou que não se lembram, devem ser feitas duas doses da tríplice viral, com intervalo mínimo de 30 dias entre elas. Adultos entre 30 e 49 anos (não imunizados ou que não lembram) devem tomar uma dose da tríplice viral. Profissionais de saúde não vacinados devem tomar duas doses da referida vacina, independente da idade. É importante que a população vá a um posto de saúde, munido da caderneta de vacinação, para saber se é preciso fazer a atualização de alguma dose.

 “O Brasil era considerado um país livre do sarampo, porém, com casos em alguns estados desde o ano passado, infelizmente perdemos o certificado. Apesar de Pernambuco não estar na lista destes estados, e Petrolina ter atingido a cobertura das crianças com a campanha nacional ocorrida no ano passado, é ideal que quem não se vacinou, se vacine, para não registramos casos em nosso território”, salienta a secretária executiva de Vigilância em Saúde, Marlene Leandro. (Ascom)

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