Vereador Aero Cruz detona empresa “Rodando Legal”: “Faz a população de Petrolina refém”

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O vereador Aero Cruz (PSB), disparou duras críticas à empresa de fiscalização em Petrolina “Rodando Legal”, que notifica veículos estacionados ou que se encontram em situação irregular.

O vereador denunciou que no último sábado, (07), uma mulher alegou que havia um tumulto envolvendo um carro, que estava estacionado na faixa de Pedestres, na Rua Dom Vital, Centro.

“A senhora me disse que aceitaria a multa e reconheceu que errou só que ala disse que não aceitaria que o seu carro fosse guinchado, porque ele teria uma audiência em Caruaru na segunda-feira. Os agentes não trataram a senhora mau, mas disseram que o carro seria guinchado”, relatou.

Aero disse ainda que pessoas que passavam pela rua diziam que a empresa seria do prefeito para garantir benefícios próprios e o vereador rebateu.

“Eu sou o primeiro a rebater essa empresa, a prefeitura não tem nada com isso, no dia passamos quase duas horas esperando o guincho no sol quente e a rua foi até interditada. Quando o veículo foi levado para o pátio da empresa, um funcionário por nome de Henrique disse que a senhora deveria aguardar até segunda feira para pegar o veículo porque nos finais de semana não tem plantão, essa mulher foi extorquida, pois mesmo com o dinheiro para pagar a multa, ele presenciou o guincho levando o seu carro “, complementou.

Com o prejuízo já certo à proprietária do carro, o vereador Aero foi até a prefeitura relatar o episódio e ficou sabendo que o contrato com a “Rodando Legal” foi realizado na gestão do ex-prefeito Julio Lossio (PMDB) e soltou o verbo contra as taxas abusivas da empresa.

“Um guincho custa R$ 207,00, antes essa empresa não passava de R$ 5,00. Essa empresa veio do governo passado, mas vou fazer uma reunião com o prefeito, soube que cada moto paga um guinho, isso não é correto, faz a população de Petrolina de refém, que está por trás disso?”, questionou o vereador.

Outros parlamentares relataram que uma pessoa já infartou, pois teve o seu carro preso por até 100 dias.

“O contrato da empresa foi assinado no dia 04 de agosto de 2016 na gestão passada e não diz no contrato que ela tem que prender veículo ou humilhar as pessoas”, disparou também o vereador Ronaldo Silva (PSDB).

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