Projeto de iniciação ao tênis abre inscrições para crianças de Petrolina e Juazeiro

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O projeto de extensão “Iniciação ao tênis: esporte e lazer para a comunidade de Petrolina-PE e Juazeiro-BA”, vinculado ao Colegiado de Educação Física (Cefis) da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), abriu 20 novas vagas para crianças entre 8 e 13 anos. As inscrições são gratuitas e acontecem no Complexo Esportivo, localizado no Campus Sede da Univasf, em Petrolina. No ato da inscrição, é preciso apresentar RG ou certidão de nascimento da criança. As inscrições estarão abertas até que as vagas sejam preenchidas.

As turmas são divididas por faixa etária. Na turma para crianças de 8 a 10 anos há sete vagas disponíveis. As atividades são realizadas nas terças e quintas-feiras, das 15h às 16h. A turma para crianças entre 11 e 13 anos tem seis vagas e as aulas acontecem também às terças e quintas-feiras, das 15h às 16h, em outra quadra. Há ainda a turma para crianças de 10 e 11 anos, que está com sete novas vagas. As atividades acontecem nas segundas e quartas-feiras, das 15h às 16h.

Durante as aulas, são apresentados os fundamentos técnicos do tênis, regras, a história do esporte e questões referentes à prática. O objetivo do projeto é proporcionar a melhoria nas capacidades físicas, concentração, sociabilização e desenvolvimento do hábito da prática regular de atividades físicas. As aulas são ministradas pelo monitor Mateus Santos Silva e por voluntários do projeto.

As atividades já acontecem desde abril, mas, de acordo com o professor do Cefis e coordenador do projeto, Luciano Juchem, as crianças que entrarem agora não ficarão atrasadas em relação às outras, pois farão atividades diferentes até se adaptarem e pegarem o ritmo. “Faremos atividades diferentes para as crianças iniciantes e para as que estão em um nível mais avançado”, explica. De acordo com ele, na medida em que as crianças forem se desenvolvendo, serão integradas às que treinam há mais tempo para que todos passem a treinar juntos. “Queremos propiciar a prática de uma modalidade esportiva que não é acessível à maior parte da população, por ter custo alto, aumentar a cultura esportiva e auxiliar na base motora das crianças da região”, afirma Juchem.

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