PE vai usar volume morto da Barragem de Jucazinho

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A barragem de Jucazinho será a primeira a ter o seu volume morto utilizado para atender às necessidades de abastecimento de 14 municípios do Agreste pernambucano. Companhia Pernambucana de Abastecimento e Saneamento (Compesa) incluiu a captação flutuante dentro de uma série de obras emergenciais de combate à seca que deverão receber um aporte de R$ 20 milhões originários do Ministério da Integração Nacional.

A captação do volume morto da barragem de Jucazinho se deve às condições críticas para atender diversos municípios do Agreste. Recentemente, a Compesa ampliou o racionamento, que alcançou cerca de 850 mil habitantes dos municípios afetados, como forma de prolongar o uso da água existente no reservatório. Atualmente, Jucazinho está com menos de 5% da sua capacidade de 327 milhões de metros cúbicos. Em janeiro, este índice era de 13,6% e as projeções apontavam que a barragem corria o risco de entrar em colapso total antes do final do ano.

Além de Jucazinho, os recursos também serão empregados na construção da adutora Tabocas-Piaça, em Belo Jardim, que deverá receber investimentos de R$ 3 milhões. Em Lajedo, o sistema Pau Ferro deverá ser duplicado ao custo de R$ 1,6 milhão. Em Buíque, a Compesa deverá aplicar outros R$2 milhões na perfuração de poços. Já no Sertão do Estado, estão previstos investimentos de R$ 2,8 milhões, na recuperação de adutoras localizadas na região do Sertão do Moxotó. O restante dos recursos será à ampliação e manutenção da Operação carro Pipa.

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