Exclusivo! Caso Beatriz: Lucinha Mota afirma que funcionário suspeito de apagar imagens em colégio é casado com policial civil de Petrolina

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Uma nova revelação do caso Beatriz veio à tona durante manifestação dos pais da garota, que acontece no Palácio Campo das Princesas, em Recife (PE).

Lucinha Mota afirmou em entrevista coletiva, em Recife, que as imagens foram apagadas e recuperadas pela polícia e revelam, que um funcionário da escola estava sentado em frente a um computador de gerenciamento de imagens do colégio.

“Nós esperamos que a polícia tome uma atitude em relação a isso e me estranha que esse funcionário tem relação conjugal com uma policial civil que atua na mesma delegacia que está sendo investigado o caso de Beatriz”, disparou.

“Existe uma equipe na escola como Carlos André, Lorailde e Alisson, que é casado com a policial, ou até mesmo a própria diretora e para formatar o HD com as imagens, só com a senha do administrador ou se ele retirasse o computador da escola, a polícia precisa dizer se fez perícia desses equipamentos, que envolvem essa equipe”, citou Lucinha Mota.

Em relação ao mandado de prisão desse funcionário que apagou as imagens da escola, foi informado que estão sendo realizadas algumas perícias para que em breve sejam tomadas as providências

Nosso Blog é o único veículo da região que acompanha a manifestação em Recife (PE).

2 Comentários

  1. Pensador

    13 de novembro de 2017 em 17:17

    E ela só veio falar isso agora 2 anos depois? Por que nao disse isso logo quando aconteceu?

    Responder

  2. Observador

    14 de novembro de 2017 em 12:20

    E dois dos comentários que li deste tal de “Pensador”, um neste blog e outro em um blog de Juazeiro, esse tal do Pensador sempre questionando a família, a mãe da VÍTIMA e não a Polícia que está investigando o caso ou a escola onde ocorreu o bárbaro crime. Porque será Pensador? Está querendo muito desconstruir a fala da mãe, porque será? Quem tem que falar é a Polícia, como esta não se manifesta, a mãe da VÍTIMA está “questionando”, o que não quer dizer que as pessoas citadas sejam partícipes do crime, pois não podemos julgá-los sem provas. Pensa mais um pouquinho Pensador.

    Responder

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