Denúncia: Enfermeiro recomenda a criança de 1 ano e 4 meses 7ml de dipirona em vez de 7 doses do medicamento

4

gota

Um enfermeiro da AME Plínio Amorim,  Distrito de Rajada,  prescreveu uma receita de dipirona para uma criança de um ano e quatro meses com a indicação de 7ml, quando na verdade a quantidade seria de sete doses pela idade da criança.

A denúncia do vereador Ronaldo Souza foi destaque na sessão da Casa Plínio Amorim nesta terça-feira, (28). O parlamentar considera o caso grave e pede que a Secretaria de Saúde avalie com urgência a situação.

Quem defendeu o colega, foi o vereador Manoel da Acosap, que fazendo uma avaliação repudiou o ato e afirma que o enfermeiro que aplicou a receita pode ter sido um estagiário com pouca experiência.

“No mínimo eles colocam uma pessoa sem experiência para longe, um estagiário que não sabe de nada e a criança passou mal, com várias dores e efeitos, isso é um descaso com a saúde pública. A dosagem é feita pelo peso da criança. 7ml é para um elefante”, disparou.

Segundo informações, o profissional confessou o erro e a criança foi diagnosticada apresentando sinais de intoxicação ao dar entrada em um hospital de Petrolina.

De acordo com Manoel da Acosap, a secretaria de saúde pode transferir o enfermeiro para outra localidade ou até demiti-lo.

4 Comentários

  1. Cidinha

    29 de junho de 2016 em 08:15

    Infelizmente foi um erro grave desse profissional, não temos dúvida disso!
    Mas, esses pais agiram de má fé, pois não vão ganhar nada em prejudicar os outros. Todos são humanos!

    Responder

  2. M FATIMA C SOUZA

    29 de junho de 2016 em 14:15

    realmente um erro grave,mas eu nao estranho naoporque minha filha estava gravida e sentio muitas dores durante a gestaçao,a medica qe uma AMEaqui de Petrolina passou alguns remedios e mesmo assim ela semore voltava,ai ela receitou mofina pra ela tomar,mas ela disse q nao porque o pai dela tinha tomado mofina porque tinha C A e ela n ia tomar…pra ver q os medicos tambem erram.

    Responder

  3. Andreia

    29 de junho de 2016 em 14:22

    Quem nunca errou que atire a primeira pedra. Tudo querendo se aproveitar de um caso isolado para ter destaque na política. Quanta ganância!

    Queria ver se fosse um filho desses políticos q tivesse errado se agiriam assim. Ou seus filhinhos não erram?

    Responder

  4. Mirella

    30 de junho de 2016 em 07:33

    Errar é humano sim,quando se trata de casos e ato impensáveis,mas nesse caso tem duas alternativas para esse profissional,primeiro ele deve ser uma profissional despreparado para tal cargo,segundo ele deveria ter utilizado o censo comum,pois qualquer indivíduo sensato saberia que essa quantidade de medicamento causa intoxicação,e quem está defendendo ele está sendo injusto(a) com a criança e com a familia,pois com saúde não se brinca,e se a mesma tivesse vindo a óbito,quem ia trazer ela de volta? Ninguém por isso ele deve ser punido e os defensores se coloquem no lugar da família,entretanto se trata de vida e saúde,casos desse tipo devem ser avaliados com profissionalismo.

    Responder

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Veja também

Setembro Amarelo: prevenção ao suicídio será discutido nesta terça-feira (25) durante evento na Areia Branca

Para sensibilizar a população sobre a prevenção ao suicídio, por meio da campanha Setembro…